segunda-feira, 30 de abril de 2012

Keep your balance



Andei um dias meia apática, sem saber muito bem o que fazer, como reagir, o que dizer ou o que sentir, mas não vou voltar ao estado depressivo em que já estive. Tenho de encontrar um equilíbrio entre as emoções e a mente, para que não tombe para qualquer um dos lado e me torne no que não me quero tornar. Os problemas têm de ficar para trás, porque o futuro está à minha frente. Só depende de mim conseguir ou não ultrapassar toda esta maré de loucura e dor, de fazer naufragar qualquer um. Tenho de viver agora e não depois, o presente é hoje e não ontem ou amanhã. Equilíbrio acima de tudo...


Ready or not, I'm back bitches!!!



quarta-feira, 25 de abril de 2012

Starbucks





Fui a Lisboa  e tive de ir ao Starbucks novamente. Da 1ª vez não tinha achado piada nenhuma e fiquei mesmo mal disposta por causa do leite, mas desta vez a senhora simpática do balcão aconselhou-me um Hot Chocolate de Soja. Um dos melhores que já bebi, sem dúvida! Agora sim entendo a magia do Starbucks. <3


terça-feira, 24 de abril de 2012

Pisaduras aka Nódoas Negras




Isto é mais uma daquelas questões estúpidas e sem interesse nenhum, mas com um certo sentido:

Não acham que as pisaduras parecem mesmo aquelas imagens super coloridas das supernovas?! E não me digam que andei a sniffar branca, sim?... Ora digam de vossa justiça se não tenho razão...

PS: Claro que tive de escolher uma imagem com uma gaja com a camisola do Bowie. =3

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Gingers have no soul




Estava no comboio e passado um bocado entra um rapaz que se senta à minha frente com a carinha laroca do Ryan Gosling e eu quase tinha um enfarte! Aqueles olhos verdes com um cabelinho ligeiramente loiro (eu nem gosto de loiros nem do Gosling que se entenda) e um charme natural fizeram-me responder ao sorriso do "Com licença." com um sorriso todo "Ai se eu te pego!"... O moço sentou-se, continuei a ler o livro e quando já estava a chegar perto do meu destino, o rapaz sai numa paragem antes à que costumo sair e eu pensei: "Jane Doe, sai nesta e vai a pé durante 20mins! É worth it!". E levantei-me 
também para sair. Continuamos o nosso caminho no mesmo sentido e entretanto ele entra no carro, um clio cinzento. Já disse à minha colega que vou deixar um bilhetinho lá a dizer: "Costuma-se dizer que as ruivas não têm alma. Ainda assim, queres vir comigo para o inferno?"

Coisas Ridículas: Roupa Parte I; Cenas no comboio

Isto de viajar nos transportes públicos tem um quê de engraçado, apesar de todo o cansaço e chatice associado. Ora que hoje ia no comboio para casa quando vi um senhor com umas calças de ganga e t-shirt perfeitamente normais. Pensei: "bem até é engraçadinho...". Até que olhei para os pés e ele tinha umas sapatilhas (aka tenis para os alfacinhas) brancas completamente sujas, aquele pó que sujaria o mais porco dos algodões da Sonasol, e umas meias com o Silvester e o Tweety. Há maior turn-off do que olhares para um homem de "barba feita" e veres roupa interior aos bonequinhos? Acho que todas as meninas concordam comigo nisto...
Ainda por cima, o exmo encontrava-se a falar da sua pós-graduação em algo que nem quero saber, com uma voz "trés sexy" que atormentaria o mais frio dos corações de uma cega , pois claro está!
E pronto... Enumero assim  a coisa ridícula nº 1: roupa interior masculina com desenhos animais e ceninhas do género.

E vamos à 2ª fase!

Eram 21h da noite de ontem e de repente abro o email e leio isto:


"Boa tarde,


Após a reunião do Júri do Prémio Silva Araújo pelas 11h30 de 11 de
Abril, presidido pela Prof. Dr.ª K, cabe-me informar que
passaram à fase seguintes os trabalhos:


(...)- Detetor de Apneia"













Um Hurray para mim e para o meu grupo! Nunca pensei que conseguíssemos chegar tão longe neste concurso... Recebemos o Golden Ticket! =D Tenho de admitir que se não fossem os meus colegas (apesar do problema que houve) não tinhamos concorrido, mas a verdade é que estou mesmo orgulhosa de nós! :)


Próxima paragem, next stop: Vitória!

Em resposta ao caro José António Saraiva

A primeira coisa que me perguntei ao ler aquele texto tão esclarecedor foi se o Sol contrata pessoas que tenham o grau académico inferior ao 6º ano, altura a partir da qual presumo que se ouça falar na escola acerca do domínio romano e dos seus costumes. Se a memória não me engana, a homossexualidade já nessa altura existia e, segundo os entendidos, não era recriminada. Mas, sem ser este facto histórico, existem outros que não serão aqui mencionados com vista a não alongar em demasia este texto.
Em segundo lugar perguntei-me: "Mas ainda existe alguém neste país que pense assim e que o defenda com tanta segurança, sem qualquer "se" associado?". Um pensamento antiquado, homofóbico, descontextualizado... Realmente não é a primeira pessoa que mostra uma certa repugnância e nojo quando se toca neste assunto, mas daí a trazer a público um mote deste tipo ou se deveu a um pedido da direcção para aumentar o número de leitores ou o excelentíssimo encontrava-se completamente inconsciente que é crime por lei fazer o que fez ou ainda porque está a precisar de olhar para outro local para além do seu umbigo.
Acho impressionante como alguém pode fazer juízos de valor deste tipo, apenas por movimentos de mãos e de cabeça. Acrescento ainda que alguém devia explicar ao Sr.José que se começarmos automaticamente por atacar um tema delicado ninguém vai dar como plausível a nossa teoria, apesar de ser óptimo como marketing. O tipo de comparações que foram publicadas revelaram-se desnecessárias, sem fundamentado e precipitadas.
Adorei ainda o facto de não lhe bastar atacar a homossexualidade, mas também o uso do preto associado muitas vezes ao movimento gótico. Pergunto-lhe Sr. José Saraiva: Já reparou que o que está a fazer com este texto é tentar manter e atrasar o nosso país? Já reparou que o que está a fazer é marcar uma posição também ela radical e de forma errada face a um assunto tal como apontou o dedo aos jovens de o fazer?
No entanto, concordo num ponto ligeiro: existe naturalmente numa sociedade indivíduos que mostram a sua contestação de formas erradas (apesar de eu não achar que a homossexualidade tenha esse fim) e que são altamente hipócritas quanto a determinados assuntos. Tal é totalmente visível com o documento que criou e que a editora permitiu que fosse publicado (sim, estou chocada e revoltada que algo assim saia para as bancas).
Entretanto, em conversa com um colega, cheguei à conclusão que gostaria realmente de estar com este senhor frente-a-frente e perguntar-lhe o que ele acha que eu sou: homo, hetero ou bi. Será que acertaria?